Encontros

Por Aldo Goiti

Caros amigos

Ainda não chegamos a preparar o solo para a Palmeira, mas houve um bom começo. Tomamos na prática conhecimento do solo, e fora isso, nos divertimos no trabalho, na presença dos amigos. A turma é viva e, nos poucos 120 minutos de trabalho, fizeram o que fora  possível e o melhor: optaram quebrar o barro amarelo-pesado, e claro que ninguém esqueceria de distribuir 1/3 de areia à massa total.

Aldo na configuração da composteira.

Aldo na configuração da composteira.

 

Agora, no próximo encontro, possivelmente, na manhã da próxima sexta, continuamos o trabalho, e num ritmo que vamos que vamos terminá-lo. Cabe dizer que aí em nível  antes do fundo do torrão e entrando mais no subsolo, a textura torna-se mais impermeável e menos arejada, o que nos impõe que continuamos assim mais fortes ainda na tarefa de quebrar o barro amarelo que, se não tratado, mantem o solo inapropriado ao cultivo, porque na área boa para a planta do 20, 30 cm acontece falta de micro-organismo, falta de húmus, e por total falta de ar, fora que o solo aí é de uma acidez elevada. Para melhorá-lo vamos colocar no solo 1/4 de adubo orgânico vegetal referente a massa total. E o Calcário que, no momento, não temos a medida a ser usada.

O processo de recuperação da Palmeira tem o seu tempo, que sabemos qual é, mas passado um ano, em  maio de 2016, o passageiro na janela da lotação, no transito nervoso da Av. Prof. João Batista Conti, já vai ver a Palmeira com alguma marca de beleza. E o Pedro vai desenhá-la mais verde.

plantando

 

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